quarta-feira, 17 de setembro de 2014

Sabia que existem peixes em extinção?

Pois é! Há muitas espécies de peixes e outras criaturas aquáticas que correm o risco de extinção. De acordo com os últimos dados do Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA), a média de consumo de pescado por habitante alcançou 11,7 kg no Brasil em 2011 - o que representa 23,7% de aumento na demanda em relação aos dois anos anteriores. Aproximadamente 60% do pescado consumido no país vêm de fora. Mas independente da procedência do pescado (mercado interno ou externo), há grande incidência de consumo de espécies ameaçadas de extinção ou ameaçadas de exploração (com estoques em níveis preocupantes), segundo a ONG Fundação Boticário.

O litoral brasileiro é um dos mais extensos do mundo, com 8,5 mil quilômetros de costa. Diante disso, a Zona Econômica Exclusiva (área marítima de uso do país correspondente a 200 milhas a partir da costa) é imensa e, consequentemente, a diversidade de ecossistemas e espécies -- até hoje temos aproximadamente 1500 espécies marinhas conhecidas.
De acordo com a coordenadora do CEPSUL do Instituto Chico Mendes (ICMBio), Roberta Aguiar dos Santos, o Brasil tem oficialmente 19 espécies de peixes marinhos ameaçados de extinção. Mas, na realidade, "este número é maior visto o resultado parcial do atual processo de avaliação do risco de extinção da fauna brasileira", afirma a oceonógrafa, que ainda não divulga o resultado.

terça-feira, 16 de setembro de 2014

Peixinho é operado para retirada de um tumor no cérebro


Um "peixinho dourado" estava com dificuldades para alimenta-se, nadar e estava sendo maltratados por outros peixes. Segundo Tristan Rich, veterinário que fez a cirurgia em George, “Era um tumor bem grande. Tivemos que raspá-lo de seu crânio”, disse.
Os veterinários tiveram que sedar o peixe através da água do aquário em que estava submerso. Quando o animal dormiu, eles introduziram um tubo de oxigênio com anestésico, para que não voltasse a acordar. O procedimento durou cerca de 45 minutos e estima-se que o peixinho George, estenda sua vida por mais 10 anos.
Crédito: Extra / Globo

Curiosidades sobre anfíbios

Qual é a diferença entre a rã, o sapo e a perereca?

Rãs, pererecas e sapos não são iguais. As rãs são boas nadadoras e, por isso, vivem perto da água. Elas têm dedos longos e pele lisa. As pererecas são pequenas, têm pernas traseiras compridas e pele lisa. Já os sapos possuem as patas traseiras e os dedos curtos, além de uma pele bem rugosa.

  •  Os anfíbios podem se reproduzir de 39 maneiras diferentes, dependendo da espécie.
  • Durante o período de reprodução das rãs, os machos ficam tão envolvidos pelo clima romântico que querem cruzar com tudo o que encontram pela frente, mesmo que não seja uma rã ou um ser vivo.
  •  Uma rã fêmea põe de 600 a 10 mil ovos por ano, dependendo da espécie.
  • A rã verde é uma espécie normalmente encontrada na Europa. Ela põe até 10 mil ovos por ano, cada um com 0,2 milímetros de diâmetro. É facilmente capturada à noite, já que não reage quando um caçador a ilumina com uma lanterna e a pega com as mãos. É frequentemente encontrada em cativeiro, onde se desenvolve bem. 
Tabela de anfíbios extintos

Extinto em
Animal
Habitat
1965
Lagarto-de-santo-estéfano
Ilha de Santo Estéfano, Itália
1955
Rã-pintada-da-palestina
Lago Hula, Israel
1950
Lagarto-da-ilha-de-ratas
Minorca, Espanha
1920 (por volta de)
Phrynomedusa fimbriata
Amazônia, Brasil

Crédito: Guia dos curiosos 

Curiosidades sobre peixes

O peixe sente dor quando é fisgado pelo anzol?
A região da boca do peixe é feita de ossos e de ligamentos, mas tem poucas terminações nervosas. "Como praticamente não existe musculatura, a dor causada pelo anzol é mínima", afirma Paulo de Tarso, biólogo do aquário Acqua Mundo, no Guarujá (SP). "O peixe sente apenas uma pressão mecânica, como se fosse um beliscão." No entanto,  caso o anzol se prenda a  qualquer outra parte do seu corpo, o pobrezinho experimentará uma sensação semelhante a dos seres humanos. 
Os peixes dormem?
Não exatamente. Eles apenas alteram estados de vigília e de repouso. O período de repouso consistem num aparente estado de imobilidade, em que os peixes mantêm o equilíbrio por meio de movimentos bem lentos. Como não têm pálpebras, os olhos ficam sempre abertos. Algumas espécies se deitam no fundo do mar ou do rio, enquanto os menores se escondem em buracos para não serem comidos enquanto descansam.
É verdade que a maioria dos tubarões não é agressiva?
Sim, pois das 450 espécies existentes, só 27 se envolveram em pelo menos um ataque a pessoas. As espécies que mais atacam são o tubarão-branco, o tubarão-tigre e o cabeça-chata, mas não se trata de "maldade" dos bichões. No Brasil, especialmente em Pernambuco, essas investidas estão relacionadas à degradação do ambiente desses animais. Em todo caso, se você for dar um mergulho e der de cara com um tubarão, nada de pânico. É bem provável que ele tenha visto você bem antes. Tente manter a calma, avalie se dá para fugir e vá se afastando aos poucos,  não tire o animal de seu campo de visão e evite dar as costas para ele. Há relatos de vítimas também que conseguiram se salvar batendo com força na região do focinho e dos olhos do tubarão, que é o centro sensorial do animal.
Crédito: Guia dos curiosos 

Instituto Baleia Jubarte



Esquema explicando os movimentos das baleias

Visitamos o instituto baleia jubarte com o intuito de aprender um pouco mas sobre as baleias que habitam por nossas águas. Lá ficamos sabendo que a baleia jubarte só se alimenta na antártica, e os tempo que elas vem para brasil, que são em tempos quentes, elas não se alimentam, elas sobrevivem com a própria gordura do seu corpo até reproduzir e poder voltar para seu habitat. Ao conhecer o projeto baleia jubarte , nós aprendemos varias curiosidades , como: Um filhote de baleia jubarte já nasce medindo cerca de quatro metros de comprimento e pesando cerca de 1,5 tonelada; O leite das baleias possui um alto teor de gordura, que irá trazer para ela a energia necessária para o crescimento do filhote. A fêmea tem de 11 a 12 meses de gestação. Um adulto pode medir até 16 metros e pesar 40 toneladas. A expectativa de vida de uma jubarte é de 60 anos. Alimenta-se de krill (camarão minúsculo). Durante sua temporada pelo brasil, é comum o encalhe de jubartes em várias partes da costa brasileira, sendo a Bahia e o Espírito Santo os locais onde há maior ocorrência, até por que é o lugar onde a espécie se encontra.
Esqueleto de uma baleia macho que encalhou.
Suspeita-se que o motivo do encalhe foi uma deformação na
coluna vertebral, que impossibilitava o animal
de nadar direito.

Escultura da nadadeira caudal

Esquema na anatomia interna




segunda-feira, 15 de setembro de 2014

Projeto Tamar - Praia do Forte

Foto tirar durante a Saída Pedagógica

Em junho de 1981, quando os pesquisadores do Tamar chegaram, Praia do Forte era uma pequena vila com 500 moradores, sem luz elétrica, onde se chegava atravessando de balsa o rio Pojuca. A convivência com os habitantes foi fundamental. A relação com a comunidade foi nascendo aos poucos,premiando quem avisasse sobre uma tartaruga desovando e participando da realidade local. O cavalo foi substituído por um jeep de segunda mão, doado, e a casa emprestada virou alojamento. Com melhor estrutura de trabalho, dedicação e conscientização dos moradores e veranistas, a base de pesquisa e o Centro de Visitantes foram se consolidando. Em duas décadas, a vila se transformou em pólo turístico nacional e internacional e o Centro de Visitantes chega a receber duas mil pessoas por dia, em épocas de maior movimento.
O Centro de Visitantes da Praia do Forte foi criado em 1982. Junto com a base de pesquisa, ocupa uma área total de dez mil metros quadrados, cedida pela Marinha do Brasil/Comando do IIº Distrito Naval, no entorno do farol Garcia D’Ávila.
A biodiversidade, a beleza natural e a riqueza histórica e cultural desta região turística fazem do Centro de Visitantes um dos mais frequentados do Brasil, atendendo a cerca de 600 mil pessoas/ano, entre membros da comunidade, estudantes, pesquisadores e turistas brasileiros e estrangeiros.
Entre tanques e aquários, são 600 mil litros de água salgada com exemplares da fauna marinha da região e de quatro das cinco espécies de tartarugas marinhas que ocorrem no Brasil, em diferentes estágios do ciclo de vida. Tem multimídia, cinema, vídeo, aquários, tanques, exposição permanente de painéis fotográficos, loja e restaurante. Um espaço cultural recebe eventos com artistas nacionais, internacionais e locais. As informações estão distribuídas por todo o espaço, através de painéis em português e inglês.
(fonte: http://www.tamar.org.br/centros_visitantes.php?cod=1)



 


Aquário dos filhotes de tartaruga

Como chegar

Partindo de Salvador, a Praia do Forte, no município de Mata de São João-BA, fica cerca de 60 km ao norte de Salvador (75km do Centro e 50km do aeroporto internacional), através da BA-092, conhecida como Estrada do Côco. Há saídas regulares de ônibus e vans da estação rodoviária e de outros pontos da Av. Paralela de Salvador.
Ingresso - R$ 18,00

Anfíbios

Anfíbios 
Os anfíbios não são encontrados no ambiente marinho, apenas na água doce e em ambiente terrestre. O nome do grupo, anfíbios (do grego, amphi - dos dois lados + bios = vida), foi dado em razão da maioria de seus representantes possuírem a fase larval aquática e de respiração branquial (lembre-se dos girinos) e uma fase adulta, de respiração pulmonar e cutânea, que habita o meio terrestre úmido. São heterotermos, como os peixes.

Perereca
 
Salamandra
   
Sapo
 
Cobra-cega ou Cecília


Trocas gasosas
Os anfíbios adultos precisam viver perto da umidade: sua pele é fina e pobremente queratinizada, muito sujeita à perda de água. Uma delgada epiderme, dotada de inúmeras glândulas mucosas, torna a pele úmida e lubrificada, constituindo-se de um importante órgão respiratório.
Nos sapos, os pulmões são extremamente simples, equivalem a dois "sacos" de pequeno volume e de pequena superfície de trocas gasosas. Essa característica é que aumenta a importância da pele como órgão respiratório.

A circulação
O coração apresenta três cavidades: dois átrios (um direito e um esquerdo) e um ventrículo. O sangue venoso, pobre em O2, vindo dos pulmões, penetra no átrio esquerdo. Os dois tipos de sangue passam para o único ventrículo onde se misturam, ainda que parcialmente. Do ventrículo, o sangue é bombeado para um tronco arterial (conjunto de vasos) que distribui sangue para a cabeça, tronco e pulmões.
circulação é dupla e incompleta: dupla, porque o sangue passa duas vezes pelo coração a cada ciclo de circulação, incompleta, porque o ventrículo é único e nele o sangue arterial e venoso se misturam.



A reprodução
Nos sapos, rãs e pererecas, os sexos são separados. A fecundação é externa, em meio aquático. As fecundações vão ocorrendo, e cada ovo possui uma membrana transparente que contém, no seu interior, um embrião em desenvolvimento que consome, para a sua sobrevivência, alimento rico em reservas originadas do óvulo.
 

Após certo tempo de desenvolvimento, de cada ovo emerge uma larva sem patas, o girino, contendo cauda e brânquias. Após certo tempo de vida na água, inicia-se uma série de modificações no girino, que prenunciam a fase adulta. A metamorfose consiste na reabsorção da cauda e das brânquias e no desenvolvimento dos pulmões e das quatro patas.
     
                                  
   
Fases da metamorfose dos sapos